Juliette Binoche em "The Unbearable Lightness of Being, 1988"
Direction by: Philip Kaufman
O que mais me motiva no cinema, é a possibilidade de emocionar-me.
A naturalidade da verdade do ser é um alívio.
O vazio, a dor, a carne, a cumplicidade
Juliette como Amelie ou Amelie como Juliette?
Estamos falando do mesmo mundo!!!
O querer voltar e a vontade de ir
A inconstância, a liberdade, o corpo, o movimento...
São como pássaros, podem voar.
É de se acreditar que o amor seja algo dúbio e enganador que dura até o seu fim
E que a escolha é nossa, somente nossa....
Sempre tem alguma coisa, mínima que seja, que te faz respirar profundo.
Ter a si próprio como a única esperança de não estar sozinho é épico.
Se descobrir em outros e redescobri-los em você...
Caminho que não tem volta!!!
Como o próprio Kundera ressalta, a vida é um rascunho, não tem ensaio.